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Name
Velho Bardo
Description
Crônicas decadentes sem filtro colorido de nostalgia... A realidade era muito mais suja do que dizem na internet.
__
Eis que a morte entrou no bar, sentou ao meu lado, pediu duas doses e me empurrou um copo.
Disse que queria ouvir histórias.
Sobre um tempo que já não existe.
E eu comecei.
Falei dos desenhos antigos, programas de TV, propagandas… de como tudo aquilo influenciava conversas e brincadeiras de rua.
Falei das músicas dos anos 80, dos anos 90, filmes antigos, dublagens.
Falei de como era a vida antes da internet. Do silêncio. Do tempo que não passava.
Falei dos quadrinhos, do rádio, das madrugadas estranhas, das coisas que não sabíamos se eram reais.
Falei de séries antigas, de tokusatsu… as tais séries japonesas, nossa janela para um outro mundo.
A morte ouviu tudo em silêncio. No fim, havia alegria, havia tristeza, havia coisas que não sei explicar.
Eu já estava pronto pra partir. Mas ela só deixou umas moedas na mesa, e disse: hoje não...
Hoje não, velho bardo.
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Eis que a morte entrou no bar, sentou ao meu lado, pediu duas doses e me empurrou um copo.
Disse que queria ouvir histórias.
Sobre um tempo que já não existe.
E eu comecei.
Falei dos desenhos antigos, programas de TV, propagandas… de como tudo aquilo influenciava conversas e brincadeiras de rua.
Falei das músicas dos anos 80, dos anos 90, filmes antigos, dublagens.
Falei de como era a vida antes da internet. Do silêncio. Do tempo que não passava.
Falei dos quadrinhos, do rádio, das madrugadas estranhas, das coisas que não sabíamos se eram reais.
Falei de séries antigas, de tokusatsu… as tais séries japonesas, nossa janela para um outro mundo.
A morte ouviu tudo em silêncio. No fim, havia alegria, havia tristeza, havia coisas que não sei explicar.
Eu já estava pronto pra partir. Mas ela só deixou umas moedas na mesa, e disse: hoje não...
Hoje não, velho bardo.
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